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Cinco benefícios de comer frutos secos

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Cinco benefícios de comer frutos secos

Sabias que os frutos secos podem fazer muito por nós?

Os frutos secos fazem parte da dieta mediterrânica principalmente como aperitivos, a acompanhar pratos ou na pastelaria1.

Por que razão os consumimos?1

  • Pelo seu efeito saciante.
  • Pela sua grande variedade.
  • Pela facilidade do seu consumo.
  • Pela sua longa vida útil.

No âmbito de uma dieta variada e equilibrada, o consumo de frutos secos traz numerosos benefícios2:

Frutos secos e gorduras insaturadas

Sabias que…?

Numerosas investigações associam o consumo de frutos secos a benefícios para a saúde cardiovascular, sempre dentro de uma dieta equilibrada2. E além disso são deliciosos!

Contêm gorduras mono e polinsaturadas; por exemplo, as nozes apresentam alto teor de gorduras insaturadas3,4. Demonstrou-se que a substituição de gorduras saturadas por gorduras insaturadas na dieta reduz o colesterol no sangue. Uma taxa elevada de colesterol constitui um fator de risco de cardiopatias coronárias5.

Frutos secos e magnésio

Sabias que…?

O magnésio tem múltiplos benefícios para o organismo: ajuda a diminuir o cansaço e a fadiga, contribui para o funcionamento normal do sistema nervoso e dos músculos, para a função psicológica normal e para a manutenção dos ossos e dentes em condições normais6.

Todas estas propriedades saudáveis são atribuídas quando os alimentos são, no mínimo, fonte de magnésio ou têm alto teor. As amêndoas, os cajus e as avelãs apresentam alto teor em magnésio, tal como os amendoins, as nozes, as sementes e os pistácios, pelo que estes frutos secos nos podem ajudar a conseguir os benefícios que o magnésio oferece ao organismo7.

Frutos secos e vitamina E

Outro nutriente importante!

A vitamina E é uma vitamina lipossolúvel com funções importantes para o nosso organismo. Contribui para a proteção das células contra o dano oxidativo!6 e protege a vitamina A, a vitamina C e os ácidos gordos polinsaturados de alterações indesejadas produzidas pela oxidação8.

Alguns dos frutos secos que podem ajudar-nos a desenvolver este benefício por apresentarem alto teor em vitamina E são: amêndoa, caju, avelã, castanhas do Brasil, pinhões, sementes e pistácios, entre outros7.

Frutos secos e fibra

Além disso, facilitam-nos o dia a dia!

Graças à sua elevada presença em fibra vegetal, o consumo de frutos secos ajuda a regular o trânsito intestinal e a reduzir transtornos intestinais9.

Por exemplo, a amêndoa sem casca apresenta um alto teor em fibra (14,3%) e a avelã sem casca (10%) também7.

Além disso, se os consumires de forma habitual, melhoram a obstipação1. A ingestão recomendada de variedades locais de frutos secos é de 3 a 7 porções por semana.

Frutos secos e função energética

O ser humano, para viver e desenvolver as suas funções vitais, necessita de um aporte contínuo de energia. Todos os alimentos são potenciais fontes de energia, mas em quantidades variáveis segundo a sua composição7.

Os frutos secos ajudam-nos nesta função, uma vez que são fontes concentradas de energia. Para termos uma ideia, 100 g de porção comestível de frutos secos fornecem entre 500-600 kcal. Por exemplo, 100 g de nozes fornecem-nos 611 kcal e 100 g de pinhões 693 kcal7. Lembra-te que uma porção são 25 g9.

Dão-nos força para enfrentar o dia!

E lembra-te…

Os frutos secos são um snack saudável e uma forma simples de melhorar a nossa alimentação!10.

São uma boa alternativa de proteínas e lípidos de origem vegetal!9.

Conserva os frutos secos num local seco e ventilado e em recipientes adequados!1.

1 Nutrición Hospitalaria. Grupo colaborativo de la Sociedad Española de Nutrición Comunitaria (SENC). Guías alimentarias para la población española (SENC, diciembre 2016); la nueva pirámide de la alimentación saludable.
4 REGLAMENTO (CE) N o 1924/2006 DEL PARLAMENTO EUROPEO Y DEL CONSEJO de 20 de diciembre de 2006 relativo a las declaraciones nutricionales y de propiedades saludables en los alimentos.
5 REGLAMENTO (UE) No 1226/2014 DE LA COMISIÓN de 17 de noviembre de 2014 sobre la autorización de una declaración de propiedades saludables en los alimentos relativa a la reducción del riesgo de enfermedad.
6 REGLAMENTO (UE) N o 432/2012 DE LA COMISIÓN de 16 de mayo de 2012 por el que se establece una lista de declaraciones autorizadas de propiedades saludables de los alimentos distintas de las relativas a la reducción del riesgo de enfermedad y al desarrollo y la salud de los niños.
7 Tablas de composición de alimentos. Olga Moreiras, Ángeles Carbajal el at. Editorial Pirámide. 17ª edición. Madrid, 2015.
9 SENC. Sociedad Española de Nutrición Comunitaria. Guía de la alimentación saludable para atención primaria y colectivos ciudadanos. 2018.

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